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sábado, 25 de setembro de 2010

Rflexão sobre os Eixos I, II e III

Revisitando os três primeiros eixos e seguindo orientações, volto a refletir sobre a citação de Macedo.
As brincadeiras e os jogos para as crianças estão repletos de desafios, experimentos e prazeres, colocam em movimento capacidades como a imaginação, a criatividade, a habilidade e a astúcia entre outros.
Em meu estágio, durante os jogos e brincadeiras pude conhecer melhor meus alunos, como reagiam em ganhar e perder, suas emoções, a forma com interagiam com seus colegas, seu desempenho físico-motor, seu estágio de desenvolvimento, seu nível lingüístico, sua formação moral.
Cabe ao professor saber analisar os resultados dos jogos aplicados a seus alunos, é preciso observá-los individualmente, através dos jogos pude notar a dificuldade de uma aluna com os números, outra que não aceitava perder e outra que não dividia nada, não jogava jogos coletivos somente individuais.
Lendo o livro Brincar: crescer e aprender O resgate do jogo infantil para realização do meu TCC compreendi que é interessante a intervenção do professor no começo do jogo, para a explicação verbal. Porém a participação deve ser evitada quando as crianças já conseguem brincar sozinhas. Seu papel, então, será o de orientador das crianças durante o desenvolvimento do jogo.

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Terceiro Semestre

Na disciplina de Ludicidade pude encontrar muito material para realização do meu TCC, vários artigos que falando sobre a importância do jogo no processo de ensino aprendizagem da criança. Percebi que brincar na escola não significa deixar de lado o ensino, a aprendizagem e o desenvolvimento, mas ao contrário, deve se impor limites para brinquedos e brincadeiras, quanto ao tempo e as regras, isto também é aprendizado.
Para Winnicott a brincadeira propicia o desenvolvimento dos contatos sociais da criança, pois é brincando que ela se relaciona com outras crianças.
“O uso de uma atividade lúdica, do jogo mais especificamente, sugere que o problema colocado diante do sujeito da intervenção pedagógica, oportunize hipóteses que serão levantadas diante das reações provocadas pelo diálogo entre criança e o professor.” (Macedo, in: Affonso, 1998, p. 29)
As outras interdisciplinas estudadas neste semeTstre também foram de extrema importância para meu estágio. Literatura, onde aprendi a importância desta para tornar as aulas mais atraentes, usei muito destes artifícios em meu estágio.
Teatro, aliado da literatura para as várias formas de contar histórias. Fantoches, dedoches, varal, álbum seriado...

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sábado, 11 de setembro de 2010

Segundo Semestre.

Na interdisciplina de Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, tivemos a oportunidade de aprender como se deu a criação da escola, sua importância e as mudanças nela sofrida até os dias de hoje.
Já em Fundamentos da Alfabetização mais uma vez pude me voltar a meu estágio e rever que cada criança traz de casa uma bagagem de conhecimentos diferentes umas das outras, uns têm acesso a livros, internet, vídeo game e outras tecnologias, enquanto que outros nem sabem pegar uma tesoura na mão, parece mentira, mas ainda nos dias de hoje encontramos crianças que nunca viram um livro infantil, não conseguem identificar desenhos, desconhecem letras e números, alguns pais acham que livros, letras, números, histórias... são coisas só para a escola, isto faz com que as mesmas não tenham um desempenho inicial muito favorável, já outros incentivam seus filhos, lendo histórias para dormir, fazendo desenhos para eles pintarem e recortarem, isso deixa a criança mais esperta e interessada em aprender. O professor deve sempre reconhecer e respeitar as limitações de cada aluno, uma vez que ninguém é igual a ninguém.

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Complementando postagem "1º semestre".

Como a Rosangela sugeriu resolvi retornar aos textos estudados no primeiro semestre e fazer uma nova postagem.
Quando coloquei que não utilizaria material teórico, me referi justamente a teoria, pois na prática utilizarei e muito tudo que estudamos.
Pude compreender que ser educador em termos seria como um trabalho comum como outro qualquer, que se cumprem horários, se tem responsabilidades. Mas com uma diferença, dele depende o futuro da educação no Brasil, depende de como exercemos nossa função a educação das crianças de hoje e adultos de amanhã.
Durante o estagio percebi que não existe uma fórmula para ensinar, cada educador se adapta a realidade seus alunos, o que ensino este ano pode não ser o que vou ensinar no próximo ano, temos que conseguir ensinar os conteúdos de uma maneira cada vez mais interessante e o convívio com as crianças vão nos ensinando novas técnicas de ensino/aprendizagem.
E justamente por isso escolhi como problemática para meu TCC: “A importância do jogo no processo de ensino aprendizagem”, pois foi uma técnica que utilizei durante o estágio com o pré-escolar e que me chamou muito a atenção pela aprendizagem dos meus alunos.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

1º Semestre

No primeiro semestre estudamos muito sobre Freire mas em especial na disciplina de Escola Cultura e Sociedade aprendi a meu ver uma das coisas mais importantes do curso: Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia, diz que: “... nós somos seres inacabados, estamos em constante processo de ensinar e aprender, tanto como homens e mulheres como professores...”. Com isso ganhei mais força para levar o curso a diante.
Em matéria de conteúdo neste semestre não utilizarei nada em meu TCC, mas as tecnologias estas estão sempre presentes em todas as atividades.

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