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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mais uma etapa vencida.

Enfim o término de mais uma etapa fundamental nesta caminhada.
Com o término do estágio terminam as reuniões para planejar as aulas, mas terminam também as conversas jogadas fora, o chimarrão, os biscoitos e a pipoca.
Termina po barulho das crianças, mas terminam também os beijos e abraços da chegada e da saída.
Termina uma parte do sonho, mas o sonho começa a virar realidade...

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Brincar em sala de aula?

Esta semana uma colega me questionou sobre a roda de jogos da minha turma, qual seria sua finalidade? Lembrei que em Ludicidade trabalhamos sobre "Brincar em sala de aula", onde Winnicott, id.:163 diz que "através da brincadeira a criança começa a permitir aos outros que tenham uma existência independente. De que outro modo a criança faz amigos (e inimigos)? A brincadeira fornece uma organização para a iniciação de relações emocionais e assim propicia o desenvolvimento de contatos sociais".
Assim são inúmeros os jogos que funcionam como iscas para fisgar o interesse do aluno no ensino, promovendo a aprendizagem. Neste caso o brinquedo passa a ser visto como algo sério, mas como diz Oliveira, com o brinquedo educativo acaba-se a brincdeira (id.: 51-2).
Com tudo isso parei para pensar: Deve-se deixar brincar em sala de aula e aproveitar para ensinar ou simplesmente deixar brincar? Penso que brincar é importante, por isso dou um tempo para brincadeiras livres, mas aproveito alguns jogos que acho ser pedagógicos, como pescaria dos números e das letras, jogo do bate-bate com o alfabeto, jogo da memória com foto e nome, a turma gosta de jogar e assim aprendem brincando, mas sabem disso.

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