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sábado, 8 de dezembro de 2007

Power Poit

A professora Nádie me deu a idéia em seu comentário de copiar os textos de Artes Visuais de Power Poit para o Word, mas já tentei e na maioria das vezes não consigo, não é fácil, enão pego o xeróx com o Éderson, mas a extenção dos textos também foi uma grande dificuldade neste semestre.

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Música

Esta semana realizei o projeto de Música sobre Histórias da Música Popular Brasileira, li o livro que por sinal é muito interessante, e o apliquei com crianças do bairro. Assim como o de teatro foi muito bom para meu desenvolvimento como professora, e também aprendi um pouco mais sobre Música, acho que esses projetos além de conhecimento e experiência, nos fazem adquirir paciência e dedicação.
Agora vou me dedicar ao meu portfólio e sua síntese.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

O príncipe sem sonhos

Consegui finalmente ler o texto “O príncipe sem sonhos”, da disciplina de Ludicidade, e tirei um tempinho para pensar em meus sonhos, pois na correria do final de ano nem lembrava mais que eu sonhava, e como sonho, inclusive com a faculdade, em dar conta das atividades, com a formatura. Ah! Como é bom sonhar!
Este texto me fez entender que podemos e devemos sonhar, sonhar sozinho, com os outros, sonhos possíveis e impossíveis, o importante é sonhar. E por falar em sonhar, ando sonhando com a disciplina de Artes, ou melhor, com os textos de Artes Visuais, acho que esta é a maior dificuldade, a quantidade e a extensão dos textos, e por serem em Power Poit dificultam sua impressão, passamos muito mais tempo lendo que realizando as atividades.

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Artes Visuais

Semana passada nosso grupo se reuniu para fazer o projeto de Artes Visuais, como já imaginava escolhemos as obras de Jorge Macchi para trabalhar, em especial a “Buenos Aires Tur”, já mandamos um esboço para tutora Viviane e ela retornou com algumas observações interessantes que deveríamos acrescentar, então no sábado conseguimos concluí-lo.
Chegamos à conclusão que Macchi mudou nossa visão sobre Artes Visuais, tínhamos a impressão que arte era uma tela pintada e ele conseguiu nos mostrar que pode haver arte nas coisas mais simples do cotidiano, e a obra Buenos Aires Tur que usamos em nosso projeto, por exemplo, pode ser feita com os alunos, é simples e inteligente, faz com que as crianças pensem em todos aqueles objetos de outra maneira, podem fazer sua própria obra de arte com base em seu cotidiano.

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Contação de história

Estamos nos dedicando a apresentação de literatura, e por ser um grupo grande continuamos com dificuldades em conciliar horários.
A apresentação foi na quinta-feira dia 22, e segunda-feira dia 19 entrou mais duas colegas em nosso grupo, aí ensaiamos mais um pouco e reorganizamos o teatro.
Como contamos uma história que a primeira série está trabalhando eles acharam interessante nos assistir, mas isso gerou uma grande polêmica entre nossos colegas, muitos não queriam que as crianças assistissem as apresentações. No fundo não entendi, pois não é para isso que estamos nos preparando? Não é para trabalhar com crianças que estamos estudando? Mas deu tudo certo, elas foram, assistiram, se comportaram muito bem, e para nós foi um prazer tê-las como platéia, foi uma experiência maravilhosa, acho que crescemos muito como pessoas e como profissionais.
Enfim, a apresentação foi um sucesso, a professora e os alunos adoraram isso é o que importa!

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Bienal

Demorei mas apareci, esses trabalhos estão me deixando quase louca, às vezes acho que não vou dar conta.
O assunto hoje é: BIENAL.
O passeio foi formidável, adorei a fira do livro, até comprei uma coleção para minha filha.
Mas como o objetivo maior era a visita a Bienal, vamos lá! Agora eu vi que entendo muito pouco de Arte, que coisa estranha, de uma única idéia um artista conseguir fazer tantas obras, mas o que mais me chamou a atenção foi a exposição de Jorge Macchi, a maneira como ele usa materiais simples para nos mostrar a arte em todo lugar, nos fazer enxergar detalhes que nunca notamos em muitas coisas, a monitora que acompanhou nosso grupo conseguiu definir o trabalho de Macchi assim: Ele quer nos mostrar o que de tão visível se torna invisível. A partir daí passei a prestar mais atenção nas coisas ao meu redor.
Já no MARGS visitamos outras duas exposições, uma de Francisco Matto, que pinta e usa materiais com temas indígenas, inspirados nos índios da Argentina onde morou por algum tempo. Também muito interessante foi a exposição de Öyvind Fahlström que usava sua arte para protestar sobre a sociedade e tudo que achava estar errado.
Vamos nos reunir para organizarmos o projeto, acho que vamos ter temas bem legais.

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